Discordar da Bíblia é duvidar de Deus?

Vi um texto atribuído a Clinton Ramachotte na fanpage Submissas Piedosas e me remeteu a um vídeo do reverendo Augustus Nicodemus Lopes que tinha postado na nossa fanpage poucos minutos antes.

Quando uma mulher afirma ser submissa ao seu marido, logo ela é repudiada por aqueles que servem ao deus da pós-modernidade. Entretanto, vamos seguir a seguinte linha de raciocínio:

A Bíblia é a Palavra de Deus. Paulo escreve dizendo que TODA a Escritura é inspirada por Deus (2 Timóteo 3.16). Pedro mantém o mesmo padrão de Paulo ao afirmar que “nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação”, e continua dizendo que “a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” (2 Pedro 1.20-21). Temos, então, a confirmação de que a Bíblia não foi “montada” ou “feita” porque homens levantaram em uma manhã de quarta-feira, por exemplo, e começaram a escrevê-la. Não foi um plano humano, mas divino.

Pois bem, tendo em mente que a Bíblia é a Palavra de Deus, vemos que o próprio Deus é o Autor dela em última instância.

O mesmo Paulo que afirmou que a Escritura é inspirada por Deus aconselha as mulheres, dizendo: “mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor;”, e por que? Ele continua: “Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja” (Efésios 5.22-23). Olha que comparação Paulo está fazendo: a esposa é como a igreja e o marido deve ser como Cristo. Portanto, qual a vergonha ou o espanto quanto a submissão? A Igreja tem prazer em ser submissa ao Seu Noivo, que é Cristo. O Noivo não obriga, antes, muda de forma magnífica o coração da Sua Igreja, a fim de que ela aja em harmonia com Ele mesmo.

Além de Paulo, o mesmo Pedro que afirmou ser a Bíblia divina e dada por Deus, aconselha as esposas quanto ao seu papel dentro do casamento. Ele diz: “vós, mulheres, sede sujeitas aos vossos próprios maridos;” e, assim como Paulo, ele exemplifica o porquê é importante que a mulher esteja sujeita ao seu marido: “para que também, se alguns não obedecem à palavra, pelo porte de suas mulheres sejam ganhos sem palavra;” (1 Pedro 3.1). Olha só que outro exemplo maravilhoso. Pedro orienta que a esposa seja submissa ao marido não por obrigação, mas para que seu testemunho seja, de fato, um testemunho cristão. Em momento algum é dito para que as mulheres se sujeitem aos seus maridos de forma obrigatória, antes, as orienta para que isso seja feito a fim de influenciar quem não pratica a Palavra de Deus.

Afirmar que “os tempos são outros” é uma tolice. Ainda que passe mais 2.000 anos, os princípios do Senhor são perpétuos. Não é a Bíblia que se amolda a cultura pós-moderna, pois ela está muito acima dessa cultura. Não há feminismo capaz de alterar aquilo que foi feito por Deus.

Partindo do pressuposto de que a Bíblia é a Palavra de Deus, e que a Palavra de Deus ordena que as mulheres sejam submissas aos seus maridos, desobedecer a Palavra é desobedecer ao próprio Deus. É claro que se você crê que a Bíblia é 100% Palavra de Deus, conforme Paulo e Pedro definiram, você não terá problemas quanto a veracidade e importância disso. Entretanto, se você não liga para o que a Bíblia diz, e nem a têm como Palavra verdadeira de Deus, esse texto não tem valor para você. Mas saiba que, tendo valor para você ou não, a submissão continua sendo uma ordenança bíblica dada pelo próprio Deus. Seja contra ela e você estará se posicionado contra o próprio Deus.

Sobre o vídeo que citei, é esse:

O tema é denso e merece atenção ao tratar do movimento feminista em direção a uma “Bíblia” inclusivista em que todas as referências ao gênero masculino sejam erradicadas está no início do século XX, quando as igrejas começaram a se afundar no liberalismo, lançando dúvidas sobre uma revelação sem erros de Deus, lançando dúvidas sobre a revelação de Jesus sobre si mesmo, e lançando dúvidas sobre muitas outras doutrinas fundamentais da fé.

Os corações de muitos desses homens e mulheres que lideraram o ataque, lançando dúvidas sobre as Escrituras, estavam distantes, muito distantes de Deus, e é provável que muitos deles nem mesmo eram salvos. Seus corações estavam cheios da rebelião contra a autoridade instituída por Deus e contra seu filho, Jesus Cristo. Essa rebelião contra à autoridade instituída alcançou agora um novo pináculo, quando as feministas dentro da igreja cristã liberal conseguiram remover os pronomes do gênero masculino da Palavra de Deus.

As feministas radicais querem ser exatamente como os homens, no lar, no local de trabalho, e nas “igrejas”, liderando o ataque para remover todos os termos do gênero masculino da Palavra de Deus.

Como uma observação interessante, enquanto Deus escolheu o homem para ser o líder das comunidades judaica e cristã, Satanás sempre gravitou na direção da liderança feminina. Nos conciliábulos satânicos, a mulher ocupa uma liderança de destaque e geralmente detém maior autoridade que o homem. Agora que o mundo está se aproximando mais do aparecimento do Anticristo, não devemos estar surpresos em ver que as mulheres estão conquistando a liderança nas igrejas ultramodernas, que negam a Jesus, mas que ainda assim se consideram cristãs.

Oremos 🙌🏼🙏🏼

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