O que faz um (bom) homem real?

Suponha que dois jovens adultos digam que têm vinte anos de idade. É domingo de manhã e eles apenas estiveram na aula juntos, caminharam até a igreja e estão conversando um com o outro, nunca se conheceram antes, e ele gosta do que ouve e do que vê. E quando se aproximam da porta da igreja, ele diz: “Você está sentada com alguém?” Então eles se sentam juntos.

Eles percebem como cada um está engajado com as coisas de Deus, e eles gostam do que vêem. Quando o culto acaba, eles estão saindo, e ele diz a ela: “Você tem algum plano para o almoço? Eu adoraria chamá-la pra almoçar.” Agora, nesse ponto, ela é totalmente responsável, e pode enviar o sinal “Não”, e não perguntar mais, ou “Sim”, e ela diria no primeiro caso “eu tenho planos, mas obrigado.” E seu corpo e seu tom de voz e seu educado “não” seria “obrigado de qualquer maneira”.

Ou, ela pode dizer: “Eu tenho planos, mas preciso fazer um telefonema, e acho que provavelmente posso mudá-los porque eu gostaria de almoçar com você.” Esse é outro sinal.

Então ela faz isso, e nenhum dos dois têm carro. Ele sugere: “Por que não caminhamos para o Café da Maria a cerca de dez minutos daqui e depois descobriremos uma maneira de voltar”.

A caminho, durante a conversa, ele descobre que ela é faixa preta em artes marciais. Na verdade, ele descobre que ela é uma das melhores do estado. E então, dois homens os abordam com expressões ameaçadoras e dizem: “Uma garota bonita você tem aí, amigo. Nós gostaríamos de sua bolsa e sua carteira.” E então eles dizem: “Na verdade, ela é muito bonita. Nós queremos ela.”

Agora, o pensamento passa por sua cabeça: “Ela é faixa preta em artes marciais”, mas em vez de ir pra trás dela, ele pega no cotovelo dela com firmeza e apenas a desloca gentilmente e diz: “Você só toca nela por cima do meu cadáver.” E ele aborda os dois. E, enquanto ele os aborda, ele diz: “Corra”. Eles o deixam inconsciente e a próxima coisa que eles percebem, ambos estão de costas com os dentes quebrados.

Uma pequena multidão se reúne, e vem a ambulância. Eles o colocam na ambulância. Ela entra com ele e, enquanto está indo para o hospital com esse homem, ela olha para ele e diz para si mesma: “Este é o tipo de homem com quem eu quero me casar”.

Disposições profundas escritas no coração

Ok, esse é o meu sermão. Aqui está o ponto da história. O ponto da história é que as diferenças mais profundas entre a masculinidade e a feminilidade não são competências superiores ou inferiores. Esse é o ponto da história. São, antes, disposições profundas ou inclinações escritas no coração, embora muitas vezes muito distorcidas.

Ele toma a iniciativa

Vou apontar três coisas dessa história. Primeiro, ele tomou a iniciativa e perguntou se ele podia sentar com ela, e então, se ela queria almoçar. Ele sugeriu o lugar e como chegar lá. Ela viu o que ele estava fazendo. Ela respondeu livremente de acordo com seus desejos, e ela se juntou à dança. Quando um homem e uma mulher dançam, se ambos são muito bons, ele geralmente está tomando a iniciativa, e ela está seguindo, e ninguém pensa nisso porque a coordenação é bonita.

Ele cuida e providencia para ela

Segundo, ele queria chamá-la para almoçar. Ele está pagando. Isso envia um sinal. Eu acho que minha responsabilidade neste relacionamento, nessa pequena história agora é que eu não só inicio, mas eu providencio. Ela entende isso. Ela aprova isso. Ela apoia a iniciativa, graciosamente aceita a oferta, e isso não diz nada sobre quem é mais rico, nem diz nada sobre quem é melhor em prover.

Uma questão de masculinidade

Em terceiro lugar, é irrelevante para a alma masculina, como Deus criou, acredito, que uma mulher com quem ele está tem uma capacidade maior de se defender do que ele tem de defendê-la. Isso é irrelevante para sua alma quando o perigo aparece. Ele não é o mais adequado à situação. Ele não está calculando. Ele é um homem. “Sobre o meu cadáver, você vai tocá-la.” É o que ele diz. É o que ele sempre diz. É uma questão de masculinidade, e você sabe que não é uma questão de competência. Ela usou sua competência no final.

🌟Nunca Sobre Superioridade ou Inferioridade

Você entendeu a mensagem aqui? Não se trata de competências superiores ou inferiores de liderança, competências de provisão ou competências de proteção. Nunca é sobre isso. É sempre sobre o que há na alma de uma mulher qua a faz mulher e o que há na alma de um homem que o faz ser homem.

No coração da masculinidade madura está um sentido, disposição e inclinação de Deus que a responsabilidade primária – perceba a palavra primária, nunca é só responsabilidade – é com ele quando se trata de iniciativas de liderança, provisão e proteção.

E o coração da feminilidade madura é o senso ou disposição ou inclinação dada por Deus, que não tem nada a ver com inferioridade, mas é uma coisa bonita que tem a ver com estar ao lado, afirmar alegremente, receber com prazer a liderança, provisão, proteção masculina e juntar-se a ele no empreendimento da vida.

~ John Piper

Fonte: Blog Mulheres Piedosas

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