Cientista assume que falsificou dados sobre construção de gênero

Já tratamos aqui do discurso anti-bíblico que discute o gênero natural no post “Como um cristão deve se posicionar sobre a ideologia de gênero“. Trouxemos até casos tristes nos quais essa teoria levou a tragédias!

Hoje trazemos um “mea culpa” de um dos ideólogos dessa teoria, admitindo que errou.

Christopher Dummitt é um historiador de gênero no Canadá e autor de “O homem moderno: masculinidade nos anos do pós-guerra”. Nos últimos 20 anos, ele tentou provar que não havia sexo, que a identidade sexual era apenas uma construção social baseada no poder, levando à opressão e à desigualdade.

Hoje ele admite:

“Estava errado e que houve fraude em seus ensinamentos. Se eu soubesse, há 20 anos, que meu lado nas guerras ideológicas sobre gênero e sexo venceria tão decisivamente, eu ficaria em êxtase”, escreveu Christopher Dummitt no site Quillette.

Atualmente, ele é presidente do Departamento de Estudos Canadenses da Universidade de Trent, em Peterborough, Ontário.

Ele descreve como os estudos de gênero assumiram os departamentos de história da América do Norte nos anos 90.

“Cada um desses campos compartilhava a mesma visão de mundo que eu – que praticamente toda identidade era uma construção social. E essa identidade era toda sobre poder.”

Seu zelo por sua posição era incomparável.

“Não há nada tão certo como um estudante de pós-graduação armado com uma preciosa experiência de vida e uma grande ideia.”

Dummitt percebeu que pessoas fora do mundo acadêmico discordavam dele.

“Quase ninguém que não havia sido exposto a tais teorias em uma universidade conseguiu acreditar que o sexo era uma construção social, porque essas crenças eram contrárias ao senso comum”.

Mas mesmo ele está surpreso com a velocidade impressionante da reviravolta cultural, usando essa lógica defeituosa.

“Agora minha grande ideia está em todo lugar. Isso aparece especialmente nos pontos de discussão sobre direitos de trans e políticas relacionadas a atletas trans no esporte. Está sendo escrito em leis que ameaçam essencialmente repercussões para quem sugere que o sexo pode ser uma realidade biológica.”

Agora ele oferece um “mea culpa” por seu papel nisso, “uma crítica detalhada sobre por que eu estava errado na época e por que os construcionistas sociais radicais estão errados agora. Certa vez, argumentei os mesmos argumentos que eles agora apresentam e, portanto, sei como eles estão enganados.”

Depois que Dummitt terminou seu doutorado em história de gênero, ele publicou um livro sobre o assunto, The Manly Modern, em 2007. Cinco estudos de caso de meados do século XX sobre os aspectos masculinos da sociedade formam o coração do livro.

Agora ele diz que tem vergonha de alguns conteúdos, especialmente dois de seus estudos de caso.

Embora o livro não tenha ganhado nenhum prêmio, logo foi citado por outros estudiosos que escreveram sobre a história da masculinidade.

Ele escreveu outro artigo influente sobre a conexão entre homens e churrasco – também citado por acadêmicos.

Muitos jovens estudantes universitários, primeiro aprendendo sobre a história do Canadá, foram forçados a ler esse artigo para aprender sobre a história de gênero – e a construção social de gênero.

O problema é: eu estava errado. Ou, para ser um pouco mais preciso, entendi as coisas parcialmente. Mas então, para o resto, eu basicamente inventei.”

Mas Dummit não foi o único fraudador nos estudos de gênero.

“Todo mundo estava inventando (e está). É assim que o campo dos estudos de gênero funciona.”

Em sua postura pública, ele estava zangado e assertivo sobre o que achava que sabia.

“Era para esconder o fato de que, em um nível muito básico, eu não tinha provas de parte do que estava dizendo. E é isso que torna tão decepcionante ver que os pontos de vista que eu costumava argumentar com tanto fervor – e com tanta base – agora são aceitos por muitos na sociedade em geral”.

Na pesquisa de Dummitt, ele procurou encontrar uma explicação para a maneira como os canadenses do pós-guerra falavam sobre homens e mulheres.

“Eu tinha respostas, mas não as encontrei na minha pesquisa primária. Eles vieram de minhas crenças ideológicas.”

Ele diz que seus colegas estudiosos adotaram a mesma abordagem – e ainda o fazem.

“Isso é o que era e é: um conjunto de crenças pré-formadas que são incorporadas à penumbra disciplinar dos estudos de gênero.

Minha pesquisa não provou nada de qualquer maneira. Apenas assumi que o gênero era uma construção social e procedi nessa base.”

Ele se refere ao mundo isolado da academia como um silo.

“Eu nunca me envolvi, pelo menos não seriamente, com alguém que sugerisse o contrário. E ninguém, em nenhum momento dos meus estudos de pós-graduação, ou na revisão por pares, sugeriu o contrário – exceto em conversas, geralmente fora da academia. E, portanto, nunca fui forçado a enfrentar explicações alternativas, de orientação biológica, que eram pelo menos tão plausíveis quanto a hipótese de que eu me vestia com o ar da certeza.”

A certa altura, começaram a surgir dúvidas em seu pensamento. Por quanto tempo a profissão poderia continuar se expandindo simplesmente adicionando mais e mais tipos de opressão? Certamente, em algum momento, a história seria realmente abrangente, ele pensou.

Em 2009, Dummitt publicou um livro com um ensaio intitulado “After Inclusiveness“, afirmando esse ponto. Enquanto muitos em sua profissão admitiram em particular que ele estava certo, ninguém diria isso publicamente.

“Para reiterar: o problema era e é que eu estava inventando tudo. Essas eram suposições educadas que eu estava oferecendo. Eles eram hipóteses. Talvez eu estivesse certo. Mas nem eu, nem qualquer outra pessoa, jamais pensamos em examinar o que escrevi.

Gênero era realmente sobre poder? Para provar seus argumentos em seus escritos, ele citou outros estudiosos que disseram que sim. “Ajudou [o fato de] os nomes deles serem franceses e eles fossem filósofos. O trabalho de um sociólogo australiano, R. W. Connell, também ajudou. Ele argumentou que a masculinidade era principalmente sobre poder… Na realidade, seu trabalho não provou isso; extrapolou plausivelmente a partir de pequenos estudos de caso, como eu havia feito. Então eu citei Connell. E outros me citaram. E é assim que você ‘prova’ que o gênero é uma construção social e tudo sobre poder.”

A bolsa de estudos fraudulenta desenvolvida no ambiente acadêmico e promovida por Hollywood agora está encontrando seu caminho na estrutura política e legal.

“Meu raciocínio falho e outras bolsas de estudos que usam o mesmo pensamento defeituoso agora estão sendo adotadas por ativistas e governos para legislar um novo código moral de conduta.

Uma coisa era quando eu estava bebendo com colegas de pós-graduação e brigando no mundo inconsequente de nossos próprios egos. Mas agora muito mais está em jogo. Eu gostaria de poder dizer que a bolsa de estudos se tornou melhor – as regras de evidência e a revisão por pares mais exigentes. Mas a realidade é que a atual aceitação quase total do construtivismo social em certos círculos parece mais o resultado de mudanças demográficas na academia, com certos pontos de vista dominando ainda mais do que no meu auge da graduação.

“Até que tenhamos estudos seriamente críticos e ideologicamente divergentes sobre sexo e gênero – até que a revisão por pares possa ser algo mais do que uma forma de triagem ideológica em grupo -, deveremos ser muito céticos de fato sobre muito do que conta como ‘experiência’ em construção social de sexo e gênero.”

Quer entender como somos levados por pensamentos? Recomendo essa aula de Jonas Madureira sobre o massacre filosófico anti-cristão nas universidades:

Disforia de gênero

Segundo a psicóloga cristã Marisa Lobo, a confissão de Christopher Dummit não é novidade, pois “a ideologia de gênero é mentira, e aqueles que a defendem inventam e militam social e culturalmente para promover o tema”. Autora de livros que falam sobre o assunto, Marisa diz que é “por isso a que gente vive descontruindo a ideologia de gênero.”

Marisa Lobo diz ainda que eles querem quebrar o paradigma de que homem nasce homem e mulher nasce mulher para contestar religiões e a sociedade, pois querem ter o direito de viver como querem, mas que isso não pode afetar as crianças.

A psicóloga diz que as crianças acabam sofrendo assédio moral, psicológico e acabam sofrendo com doenças mentais. “As pessoas têm o direito de fazer o que quiserem, mas essa interferência na infância está causando uma patologia chamada disforia de gênero. É contra isso que a gente luta”, explicou.

EPIDEMIA DE TRANSGÊNEROS – MEDICINA BASEADA EM EVIDÊNCIAS

O AMERICAN COLLEGE PEDIATRICIAN clama para os profissionais de saúde, educadores e legisladores a rejeitarem todas as políticas que condicionam as crianças e adolescentes a aceitarem uma vida de representação química e cirúrgica do sexo oposto como normal e saudável. Fatos – não ideologia – determinam a realidade.

A medicina contemporânea é baseada em evidencias científicas. Os dados para as diretrizes são retirados de estudos realizados com RIGOR metodológico.

No entanto, o tratamento para disforia de gênero está fugindo a regra. Está avançando algo assombroso sobre as crianças e adolescentes que é a pressa e a ansiedade de iniciar a transição de troca de gênero cada vez mais cedo.

Estamos diante de uma questão ética gravíssima. Um dos princípios da medicina, a não maleficência, está relacionado à prudência, desde a Antiguidade até o período contemporâneo. Os autores contemporâneos consideram o princípio da não maleficência como o fundamento de, antes de tudo, não prejudicar o paciente.

“Quem é contra a ideologia de gênero é contra a comunidade LGBT”. Cuidado com os Sofismas, eles são argumentos ardilosos, aparentemente corretos, que pretendem induzir o erro, enganar ou silenciar o oponente; paralogismo. Ser contra a ideologia de gênero não é ser contra a comunidade LGBT. Sofisma é a arte dos hipocritas! Importante atentar, pois tais manipulações na linguagem estão a serviço da manipulação ideológica.

A ciência não é compatível com politização e ativismos. Estudos científicos que seguem o rigor metodológico sao o norte para a organização do conhecimento e boas práticas independente da política partidária de seu praticante.

O ativismo político se apropriou de pautas legítimas como a causa LGBT, ecologia, feminismo, etc, usando sofismas para manipular a população gerando radicalismos e impedindo o debate construtivo de ideias. Qualquer angulo que não esteja de acordo com a pauta política já é classificado como um inimigo a ser combatido/extrema direita.

Na pauta ativista da disforia de gênero DG há grande pressão para que o adolescente e a criança receba o “tratamento” hormonal e cirurgia de troca de sexo cada vez mais cedo. No entanto, passa despercebido algo de extrema importância, (que não interessa a narrativa ativista): a Disforia de Gênero (DG) tende a se resolver em 80 a 95% dos pacientes no final da adolescência.

DESENVOLVIMENTO NORMAL PUBERDADE E ADOLESCÊNCIA:

É essencial conhecer o desenvolvimento normal para determinar o que é patológico.

A puberdade é uma fase do ciclo vital biológico que abrange um conjunto de mudanças corporais causada pela hormônios. Ela representa um novo nascimento e necessita de um processo adaptativo q inclui o luto pela perda da identidade do corpo infantil, bem como dos pais idealizados da infância.

O jovem púbere poderá apresentar momentos de negação, estados de estranheza, consigo mesmo como despersonalização, retraimento, alternando com momentos de satisfação com o seu novo corpo e atribuições sociais. Puberdade não é um distúrbio!

A adolescência por sua vez, Compreende complexos eventos psíquicos desencadeados pelo impacto das mudanças físicas e a expansão das habilidades cognitivas. Essas alterações psicológicas e sociais sofrem influências do contexto social, histórico, cultural e familiar no qual o adolescente está inserido.

O fator tempo é essencial para q as mudanças e amadurecimento psíquico ocorram naturalmente rumo a uma vida adulta e saudável. Tudo isso requer profunda reorganização intrapsiquica.

EPIDEMIA: não há registros oficiais de casos de DG e procedimentos relacionados. Algumas clínicas pontuam um aumento de até 400% de na procura dos atendimentos. A investigação epidemiológica de casos constitui atividade obrigatória de qualquer sistema local de vigilância epidemiológica. Infelizmente não há dados epidemiológicos oficiais.

ESTUDOS DE GÊMEOS IDÊNTICOS: todos os comportamentos complexos são derivados de a uma combinação de natureza (biologia), criação (fatores ambientais) e escolhas de livre-arbítrio.

A concordância de transgêneros em Estudos de gêmeos idênticos (mesmo DNA e mesmas condições intra-uterinas) são baixas. Isso prova que a DG é predominantemente influenciada por eventos pós-natais não compartilhados entre os irmãos.

Quanto à etiologia do transgenerismo, estudos gêmeos de transexuais adultos provam definitivamente que a influência genética é muito menor do que a de fatores ambientais.

O maior estudo sobre gêmeos transexuais até o momento examina 110 pares de gêmeos e foi publicado pelo Dr. Milton Diamond na edição de maio de 2013 do International Journal of Transgenderism.

O dado mais significativo é o baixo número de concordância entre os pares de gêmeos monozigóticos (mesmo DNA). 28%, foram concordantes em relação ao transexualismo; os 72% restantes dos gêmeos idênticos eram discordantes.

Essa alta taxa de discordância entre gêmeos idênticos prova que ninguém nasce pré-determinado a ter disforia de gênero e vir a ser um transgênero.

O que diz American College Pediatrician:

1. CONCEITO: A disforia de gênero (DG) descreve uma condição psicológica na qual se experimenta uma acentuada incongruência com o gênero associado ao sexo biológico.

2. NEUROPLASTICIDADE E COMPORTAMENTO : É falso afirmar que as diferenças cerebrais observadas em alguns estudos entre adultos trans e não-transgêneros provem de que a DG é inata, pois há o fator neuroplansticidade que alteram as microestrutura dos cérebros via pensamentos e comportamentos. Além de que estudo de gêmeos idênticos apontam para uma causa não inata.

5. FATORES AMBIENTAIS: Não há dinâmica familiar única, situação social, evento adverso ou combinação dos mesmos que destine qualquer criança a desenvolver DG.

Esse fato, juntamente com estudos com gêmeos, sugere que existem muitos caminhos que podem levar à DG em certas crianças vulneráveis.

Um estudo recente documentou uma tendência crescente entre os adolescentes de se auto-diagnosticar como transgêneros após ataques em sites de mídia social como Tumblr, Reddit e YouTube.

Isso sugere que o contágio social pode estar em jogo.

Em muitas escolas e comunidades, há grupos inteiros de colegas “se diagnosticando” como trans ao mesmo tempo.

Pode haver outros fatores contribuintes ainda não reconhecidos.

Deve-se considerar fortemente a investigação de uma associação causal entre eventos adversos da infância, incluindo abuso sexual e transgênero.

6. (A falta de) DEBATE NA COMUNIDADE CIENTIFICA: Há um debate reprimido entre médicos, terapeutas e acadêmicos sobre a tendência recente de afirmar rapidamente como transgênero a juventude disfórica de gênero.

Muitos profissionais de saúde estão profundamente preocupados porque afirmar crianças e adolescentes como transgêneros os envia para o caminho da transição de mudança de sexo que requer o uso de hormônios tóxicos e cirurgias mutilantes e irreversíveis.

Estão silenciando os profissionais de saúde que se opõem a afirmar a disforia de gênero de uma criança, baseados no princípio de ética médica da não maleficência.

7. NATUREZA BINÁRIA DO SEXO: A sexualidade humana é uma característica binária biológica objetiva: “XY” e “XX” são marcadores genéticos de sexo, masculino e feminino, respectivamente – não marcadores genéticos de um distúrbio.

A sexualidade humana é binária por design, com o objetivo óbvio da reprodução da espécie. Este princípio é auto-evidente.

Com a tática de “problematizar” houve uma “desconstrução”, e mudança no significado de gênero. Houve um estilhaçamento do conceito e ativistas da ideologia de gênero em Nova York admitem 31 tipos de gêneros, outros citam mais de 50.

8. CONSCIÊNCIA E GÊNERO: Os seres humanos nascem com um sexo biológico. Gênero é a consciência, o senso de si mesmo como homem ou mulher. É um conceito psicológico q se consolida por volta dos três anos. Nao é uma entidade biológica objetiva, mas é relacionada à biologia.

Pessoas que se identificam como “se sentindo como sendo do sexo oposto” ou “em algum lugar no meio” não compõem um terceiro sexo. Eles permanecem homens ou mulheres biológicos.

9. CRENÇA DE QUE A NATUREZA ESTÁ ERRADA: A crença de uma pessoa de que alguém é algo que não é, na melhor das hipóteses, é um sinal de pensamento confuso; na pior das hipóteses, é uma ilusão.

10. TERAPIA HORMONAL: Hormônios de sexo cruzado (estrogênio para meninos e testosterona para meninas) estão associados a perigosos riscos à saúde.

A administração oral de estrogênio a meninos pode colocá-los em risco de sofrer: trombose / tromboembolismo; doença cardiovascular; ganho de peso; hipertrigliceridemia; pressão arterial elevada; diminuição da tolerância à glicose; doença da vesícula biliar; prolactinoma; e câncer de mama.

Da mesma forma, as meninas que recebem testosterona podem apresentar um risco elevado para: HDL baixo e triglicerídeos elevados (risco cardiovascular); níveis aumentados de homocisteína; hepatotoxicidade; policitemia; aumento do risco de apneia do sono; resistência a insulina; e efeitos desconhecidos nos tecidos mamário, endometrial e ovariano.

MENOPAUSA EM HOMEM TRANS PÓS RETIRADA DE OVÁRIOS: Os sintomas vasomotores (VMS) da menopausa como ondas de calor e suores noturnos, são sensações intensas e rápidas de calor interno, vasodilatação periférica e sudorese profusa que podem ser debilitantes. Ocorrem como resultado da descarga central de noradrenalina e estreitamento da zona termoneutra do corpo, resultantes da queda dos níveis de estrogênio no cérebro em mulheres.

Um estudo de caso relatou que “homem transgênero” de 35 anos, do sexo feminino para masculino, apresentou sintomas de vasomotores graves e frequentes que começaram logo após a histerectomia total e oforectomia (retirada de ovários).

O paciente foi tratado com uma dose estável de testosterona para afirmação de gênero, e tentativas anteriores de aumentar sua dose de testosterona não aliviam os sintomas.

Além da terapia com testosterona, foram adicionados 0,025 a 0,0375 mg, duas vezes por semana, de estradiol transdérmico.

Ou seja o “homem” trans entrou em menopausa com a retirada dos ovários, suas células e cérebro reivindicaram a falta de estrogênio. É um verdadeiro pandemônio hormonal!

11. PUBERDADE NÃO É DISTÚRBIO: há muita “ansiedade” no meio médico para usar Os bloqueadores da puberdade quando uma criança é diagnosticada com DG.

Isso sim é induzir um estado de doença – a ausência de puberdade.

Os hormônios bloqueadores da puberdade (agonistas do hormônio liberador de gonadotrofinas ou agonistas do GnRH) impedem o crescimento ósseo, diminuem a densidade óssea, impedem a organização dependente de esteróides sexuais e a maturação do cérebro adolescente e inibem a fertilidade, impedindo o desenvolvimento de tecido gonadal e gametas maduros durante o período de tratamento.

12. ESTERILIZAÇÃO POR BLOQUEIO DA PUBERDADE: Crianças pré-púberes que recebem hormônios bloqueadores da puberdade (agonistas do GnRH) seguidas por hormônios do sexo cruzado são permanentemente esterilizadas.

13. INDUÇÃO – TRANSIÇÃO PARA TROCA DE SEXO: Pelo menos um estudo prospectivo demonstra que todas as crianças pré-púberes colocadas em uso de drogas bloqueadoras da puberdade acabam optando por iniciar a reatribuição sexual com hormônios inter-sexuais.

15. TAXAS DE SUICIDIO MAIOR QUE A POPULAÇÃO: um estudo de coorte que fez acompanhamento retrospectivo de trinta anos em registros oficiais na Suécia constatou que as taxas de suicídio são quase vinte vezes maiores entre os adultos submetidos à reatribuição de sexo. A Suécia está entre os países que mais afirmam ser LGBTQ.

Isso demonstra que, embora a mudança de sexo alivie parte da disforia de gênero na idade adulta, ela não resulta em níveis de saúde comparáveis aos da população em geral.

16. ABUSO INFANTIL: Condicionar as crianças a acreditarem no absurdo de que elas possam “nascer no corpo errado” e que uma vida inteira de representação química e cirúrgica do sexo oposto é normal e saudável, é abuso infantil.

Afirmar a disforia de gênero por meio de políticas públicas e educação pública confundirá crianças e pais, levando mais crianças a se apresentarem em “clínicas de gênero”, onde receberão medicamentos para bloquear a puberdade.

Isso, por sua vez, praticamente garante que eles “escolham” uma vida inteira de esterilidade, hormônios tóxicos entre os sexos e provavelmente considerem a mutilação cirúrgica de suas partes saudáveis do corpo.

17. ÉTICA: Existe um sério problema ético em permitir que procedimentos irreversíveis e que mudam a vida sejam executados em menores de idade. Imaturos para dar consentimento válido.

Crianças e adolescentes não têm maturidade cognitiva ou capacidade experiencial para entender a magnitude de tais decisões.

A ética sozinha exige o fim do uso de supressão puberal, hormônios cruzados e cirurgias de redesignação sexual em crianças e adolescentes.

19. IDEOLOGIA DE GÊNERO = TEORIA QUEER: Mas o que é ideologia de gênero afinal? É o mesmo q a teoria Queer da filósofa Judith Butler. Ela é “Descendente” da teoria crítica da escola de Frankfurt grupo que fez uma releitura de Marx, após o fracasso da URSS. Eles,propuseram a revolução cultural ao invés da revolução com armas como rege o manifesto comunista. As minorias são os neo proletários oprimidos pela “classe burguesa” e que ao destruírem valores “burgueses” como família, religião, cultura e propriedade privada tomarão o poder.

A teoria Queer começou a se consolidar por volta dos anos 90, com a publicação do livro “Problemas de gênero” (Gender Trouble) da Judith Butler.

Para ela as “Tecnologias de Gênero” são entendidas como as “técnicas” de ser homem ou ser mulher que aprendidas desde cedo.

Para a teoria Queer, gênero é algo fluido, socialmente construído, performático e sistêmico.

A teoria Queer enfatiza que o gênero não é uma verdade biológica, mas um sistema de captura social das subjetividades.

Para Butler gênero não é natural e não há uma relação necessária entre o corpo e seu gênero.

Ela também “alerta” que, mesmo não sendo natural, o gênero pode se apresentar como se fosse, nos casos em que se cristaliza.

As identidades sexuais são adotadas e assumidas à custa de brutal exclusão de identidades consideradas como marginais e não importantes no contexto da hegemonia heterossexual. Para ela O Gênero é uma performatividade.

As “Tecnologias de Gênero” são construções de técnicas de viver que determinam como um sujeito pode se inserir na sociedade segundo normas específicas de “ser homem” ou “ser mulher”.

A teoria Queer é uma das estruturas da doutrinação nas escolas. A desconstrução do gênero vem desde o nível pré escolar em que professoras passam batom em meninos ou pintam suas unhas, até as universidades que massivamente estudam apenas autores q seguem essa pauta política.

20. CRENÇA FALSA DE QUE O CORPO ESTÁ ERRADO: Usemos a lógica: Considere os seguintes exemplos: uma garota com anorexia nervosa tem a crença persistente e errada de que é obesa; uma mulher com transtorno dismórfico corporal (TDC) tem a convicção irreal de que tem um queixo enorme e é um monstro, um homem com transtorno de identidade de integridade corporal (BIID) sente que suas pernas não lhe pertencem.

Indivíduos com BIID geralmente ficam tão angustiados com seus corpos plenamente capazes que buscam amputação cirúrgica de membros saudáveis ou rompimento cirúrgico da medula espinhal.

A Dra. Anne Lawrence, que é transgênero, argumentou que o BIID tem muitos paralelos com a disforia de gênero.

Em cada caso acima, a cirurgia para “afirmar” a falsa suposição (lipoaspiração para anorexia, cirurgia estética para BDD, amputação ou paraplegia induzida cirurgicamente por BIID, cirurgia de redesignação sexual para GD) pode muito bem aliviar o sofrimento emocional do paciente, mas não fará nada para abordar a causa psicológica primária.

Completamente removida da realidade física, a arte da psicoterapia diminuirá à medida que o campo da psicologia se tornar cada vez mais uma especialidade médica intervencionista, com resultados devastadores para os pacientes.

21- PENSAMENTO E REALIDADE: Alternativamente, um padrão mínimo poderia ser buscado. A normalidade foi definida como “aquilo que funciona de acordo com seu design”.

Uma das principais funções do cérebro é perceber a realidade física.

Pensamentos que estão de acordo com a realidade física são normais.

Pensamentos que se desviam da realidade física são anormais.

A Disforia de gênero é um problema que reside na mente e não no corpo.

As crianças com DG não têm um corpo desordenado – mesmo que sintam que têm.

22- NARRATIVA “ESSÊNCIA FEMININA”: até recentemente a abordagem padrão para a DG na infância e adolescência era espera do término da fase da adolescência e a busca da psicoterapia familiar e individual.

Os objetivos da terapia eram abordar a patologia familiar, se estivesse presente, tratar qualquer morbidade psicossocial da criança e ajudar a criança a alinhar a identidade de gênero.

Essa visão de mundo começou a mudar. Ativistas transgêneros promoveram cada vez mais a narrativa da “essência feminina” para garantir a aceitação social.

Em 2007, no mesmo ano em que o Boston Children’s Hospital abriu a primeira clínica pediátrica de gênero do país, o Dr. J. Michael Bailey escreveu:

“Atualmente, a compreensão cultural predominante do transexualismo de homem para mulher é que todos os transexuais de homem para mulher (MtF) são, essencialmente, mulheres presas no corpo de homens.”

O,fato é que os cérebros de todos os bebês do sexo masculino são masculinizados no pré-natal por sua própria testosterona endógena, que é secretada pelos testículos a partir de aproximadamente oito semanas de gestação. Tal evento é promovido pelo cromossômicas Y.

Os bebês do sexo feminino, é claro, carecem de testículos e, portanto, não têm seus cérebros masculinizados pela testosterona endógena.

23- RESOLUÇÃO DA DISFORIA DE GÊNERO: 80% a 95% dos jovens disfóricos de gênero emergem física e psicologicamente intactos após passar pela adolescência quando não tem afirmação social de gênero.

Mais de 90% das pessoas que morrem de suicídio têm um distúrbio mental diagnosticado.

Não há evidências de que crianças disfóricas de gênero que cometem suicídio são diferentes.

Portanto, a pedra angular da prevenção do suicídio deve ser a mesma para todas as crianças: identificação e tratamento precoces de comorbidades psicológicas.

24- INTERESSES MERCADOLÓGICOS: Nos EUA existem cerca de 40 clínicas de gênero que promovem o uso de supressão puberal e hormônios sexuais cruzados em crianças.

Essas clínicas defendem que a lógica da supressão é “permitir que a criança disfórica de gênero explore a identidade de gênero livre do sofrimento emocional desencadeado pelo aparecimento de características sexuais secundárias”.

Os padrões seguidos nessas clínicas são baseados na “opinião de especialistas”.

Não existe um único estudo grande, randomizado e controlado que documente os supostos benefícios e possíveis danos a crianças com disforia de gênero devido à supressão puberal e décadas de uso de hormônios entre os sexos.

Também não há um único estudo controlado a longo prazo, randomizado e controlado, que compare os resultados de várias intervenções psicoterapêuticas para a DG na infância com os da supressão puberal, seguidos por décadas de esteróides sintéticos tóxicos.

Na era atual da “medicina baseada em evidências”, isso deve fazer com que todos parem.

Ex-diretor da mundialmente famosa clínica Tavistok em Londres, Marcus Evans denuncia a militância LGBT em saúde mental. Nos últimos cinco anos, o número de crianças encaminhadas ao The Tavistock Centre subiu de 468 para 2.519 por ano, um aumento de mais de 400%.

Marcus Evans: “É importante afirmar aqui que não estou sugerindo que a mudança de gênero por meio de intervenção médica nunca seja a decisão correta.

Só que isso deve acontecer no final de um longo processo de aprofundamento do envolvimento com a criança e sua família.

Precisamos urgentemente de um novo regulador que tenha supervisão para garantir uma abordagem mais clinicamente rigorosa, equilibrada e ética.”

A questão mercadológica fica mais evidente no altíssimo custo para a mudança de sexo. Uma cirurgia custa entre U$100.000,00 a 142.000,00, sem contabilizar a anestesia.

Devido ao “crescente número de crianças que apresentam disforia de gênero”, as clínicas especializadas nos países ocidentais costumam estar com excesso de inscrições, com longas listas de espera.

O American College of Pediatrician (ACPeds) criada em 2002 é uma organização nacional de pediatras e outros profissionais de saúde dedicados à saúde e bem-estar das crianças. É uma corporação organizada para fins científicos e educacionais, isenta de impostos SEM FINS LUCRATIVOS. Foi fundada por um grupo de médicos preocupados que viam a necessidade de uma organização pediátrica que não fosse influenciada pelos pronunciamentos políticos da época. O Colégio baseia suas políticas e posições na verdade científica dentro de uma estrutura de absolutos éticos.

Do lado oposto temos a American Academy Pediatrics que é uma instituição altamente favorável à ideologia de gênero e seus prospectivos trata,netos para crianças e adolescentes. Organização COM FINS LUCRATIVOS.

Referências

DIRETRIZES DA AMERICAN COLLEGE PEDIATRICIAN PARA DISFORIA DE GENERO

Gender Dysphoria in Children: summary points

Gender Dysphoria in Children

ÉTICA MÉDICA – PRINCÍPIO DA NÃO MALEFICÊNCIA

http://revistabioetica.cfm.org.br/index.php/revista_bioetica/article/view/717

EPIDEMIAS

http://assinantes.medicinanet.com.br/m/conteudos/biblioteca/2066/capitulo_2_–_investigacao_epidemiologica_de_casos_e_epidemias.htm

DESENVOLVIMENTO CEREBRAL NA ADOLESCÊNCIA

http://www.adolescenciaesaude.com/detalhe_artigo.asp?id=759

CICLO VITAL

https://www.estantevirtual.com.br/livrariaacervo/claudio-laks-eizirik-o-ciclo-da-vida-humana-uma-perspectiva-psicodinamica-1922346886

SOFISMA

https://www.dicio.com.br/sofisma/

Reyes FI, Winter JS, Faiman C. Studies on human sexual development fetal gonadal and adrenal sex steroids. J Clin Endocrinol Metab 1973;37(1):74-78.

Diamond, M. “Transsexuality Among Twins: identity concordance, transition, rearing, and orientation.” International Journal of Transgenderism, 14(1), 24–38. (Note: the abstract of this article erroneously states that the concordance rate from MZ twins is 20 percent. Dr. Cretella, the author of this paper, “Gender Dysphoria in Children,” has therefore refernced Dr. Diamond’s data directly to demonstrate that the actual concordance rate is slightly higher at 28 percent.)

Consortium on the Management of Disorders of Sex Development. Clinical Guidelines for the Management of Disorders of Sex Development in Childhood. Intersex Society of North America; 2006. Available at: http://www.dsdguidelines.org/files/clinical.pdf. Accessed Mar 20, 2016.

Roberts A. Considering alternative explanations for the associations among childhood adversity, childhood abuse, and adult sexual orientation: reply to Bailey and Bailey (2013) and Rind (2013). Arch Sexual Behav 2014;43:191-196.

“Long-Term Follow-Up of Transsexual Persons Undergoing Sex Reassignment Surgery: Cohort Study in Sweden.” Dhejne, C, et.al.PLoS ONE, 2011; 6(2). Affiliation: Department of Clinical Neuroscience, Division of Psychiatry, Karolinska Institutet, Stockholm, Sweden. Accessed 7.11.16

http://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0016885.

JUDITH BUTLER

https://www.dw.com/pt-br/grupos-judaicos-protestam-contra-prêmio-adorno-para-filósofa-cr%C3%ADtica-de-israel/a-16232392

EX-DIRETOR DA CLÍNICA TAVISTOK

Ex-diretor de clínica mundialmente famosa denuncia militância LGBT em saúde mental

DEPOIMENTO PÓS CIRURGIA DE TROCA DE SEXO

http://blogs.opovo.com.br/ancoradouro/2013/11/24/eu-nao-aconselho-a-cirurgia-de-mudanca-de-sexo-a-ninguem-e-bobeira-diz-a-transsexual-lea-t/

CUSTO DE UMA CIRURGIA DE TROCA DE SEXO

http://naoexistecriancatrans.com/quanto-custa-ser-trans/

https://edition.cnn.com/2015/07/31/health/transgender-costs-irpt/index.html

HOMEM TRANS E SINTOMAS DE MENOPAUSA APÓS RETIRADA DE OVÁRIOS

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6436763/

NY E 31 TIPOS DE GÊNEROS

Nova York agora reconhece 31 diferentes tipos de gênero

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