Judeus discípulos de Yeshua celebram Yom Kipur

Neste dia especial para o povo judeu, deixamos a dica do perfil @ensinandodesiao, que busca uma relação positiva entre a tradição e o (nosso amado) messias, Cristo Jesus.  

#abreaspas
Com a graça do Eterno, chegamos a uma época muito especial no calendário judaico. As chamadas Festas de Outono (em Israel) tem início com Yom Terúa (Rosh há Shaná). Dez dias depois, celebramos o dia mais sagrado do ano, o Yom Kipur (Dia da Expiação). Este ano, Yom Kipur será celebrado do pôr do sol de quarta (dia 15) ao pôr do sol de quinta (dia 16). Segundo a Torá (Lv cap. 16), em Yom Kipur o Eterno espera a autorreflexão e o arrependimento por parte do Seu povo, pois neste dia as iniquidades de Israel como povo (e não como indivíduos) seriam cobertas e perdoadas. Por essa razão, Yom Kipur é um dia de arrependimento coletivo pelos pecados cometidos coletivamente, como nação. É um dia dedicado para que as pessoas reflitam e intercedam não apenas sobre suas faltas individuais, mas também sobre os pecados cometidos coletivamente. Fazemos um jejum completo (água e alimentos) por 25 horas e elevamos ao Eterno orações de arrependimento e confissão de nossos pecados.

Judeus discípulos de Yeshua celebram Yom Kipur, pois possuem a responsabilidade da Aliança feita entre Deus e Israel. Eles fazem parte do povo Judeu e, juntamente com eles, arrependem-se pelos pecados cometidos pela nação judaica. É uma época muito propícia para interceder por toda a casa de Israel, em especial, para aqueles que não possuem ainda a expiação de seus pecados pela obra do Messias Yeshua. O Judeu messiânico tem a plena consciência que o perdão e a expiação dos pecados é alcançado apenas pelo sacrifício do Messias. Mas, assim como a vinda de Yeshua não anula outras celebrações como Pêssach ou Sucôt, também não anula a celebração de Yom Kipur. Nenhuma época é mais especial para anunciarmos a obra de Yeshua para nossos irmãos judeus.

Os crentes em Yeshua dentre as nações também podem celebrar este dia de arrependimento coletivo. Devem fazê-lo como um dia de intercessão e clamor para que o Eterno perdoe os pecados que são cometidos como nação. O Brasil tem muito do que se arrepender, e se os enxertados dentre as nações fizessem deste dia de arrependimento um clamor nacional de intercessão pela nação, um grande mover de Deus poderia acontecer (II Cr cap. 07).

Levítico cap. 16 nos ensina que os pecados de um povo contaminam a sua terra, e o Yom Kipur é o dia especial para que o povo possa se arrepender por esses pecados e pedir ao Eterno que traga cura e restauração, através de Yeshua. Obviamente podemos fazer esse clamor em qualquer dia, mas se o Eterno determinou um dia especial para que isso seja feito, devemos fazer uso do calendário divino.

Cinco dias depois de Yom Kipur, celebraremos Sucôt (Tabernáculos): a maior e mais alegre das Festas de Israel. Celebraremos o sustento do Eterno e o Reino do Messias, pois em Sukôt as nações subirão a Jerusalém para aprender e adorar ao Eterno e Seu Ungido (Is 2:2-3, Zc 14). Além de ser “zmansimchatêinu” – o tempo da nossa alegria, Sucôt é uma época profética que nos aponta para a redenção de Israel e das nações.


A única maneira de construir o futuro é a certeza do perdão sobre o passado. Yom Kippur. O Dia do Perdão. Louvado seja o Eterno que nos concede graça e perdão. 

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